Total de visualizações de página

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Nova Sexualidade

As relações amorosas e sexuais juntamente com a miséria e as doenças são as maiores fontes do sofrimento humano. O comportamento sexual é modelado pela cultura. A forma como o ser humano ama e pratica sexo é construída socialmente. Crenças, valores e expectativas determinam a conduta intima de homens e de mulheres.

A caricatura popular do homem das cavernas carregando um bastão e arrastando uma mulher pelo cabelo, com “alguns traços divertidos”, no fundo mostra que o sexo, a dominação masculina e a violência coincidem – e, por baixo do verniz da civilização é assim que até hoje acontece com a mulher, quando é colocada (subliminarmente) como mercadoria e para uso, com a sua imagem em belos corpos sendo associada nas propagadas com o consumo maciço de cervejas e de carros, entre outras.


As mulheres tiveram sua sexualidade reprimida e distorcida a ponto de até hoje muitas serem incapazes de se expressar sexualmente e muito menos atingir o orgasmo. Os homens por sua vez também tiveram a sua sexualidade bloqueada. A preocupação em não perder a ereção até hoje é tanta, que fazem um sexo apressado com o único objetivo de ejacular.

A maioria dos homens ainda persegue o ideal masculino – força, sucesso e poder, mas eles têm as mesmas necessidades psicológicas das mulheres, que é de comunicarem suas emoções e sentimentos. A questão é que desde criança são ensinados a desprezar as emoções delicadas e a controlar os sentimentos, a não serem aqueles próprios de um guerreiro. Demonstrar ternura, se entregar relaxado à troca de prazer sexual com a parceira é difícil, porque perder o controle ou falhar é uma ameaça constante para ele. O processo de socialização que transforma os meninos em homens (“machos”) impede a espontaneidade na relação com as mulheres. É impossível ser “sensível”, quando se está “travado emocionalmente”.

Os homens são levados a organizar sua energia e percepção em torno do desempenho e assim, se transformam em maquinas de fazer sexo, preocupados apenas em “marcar pontos” e ter ereções. O sexo passa ser um esporte, transforma em um jogo que se disputa a dominação da mulher e, este roteiro “homem-caçador” versus “mulher-presa” causa também sérios prejuízos à sexualidade masculina.

Na realidade a diferença entre os sexos é anatômica e fisiológica, o resto é produto de cada cultura ou grupo social. Tanto o homem como a mulher podem ser fortes e fracos, corajosos e medrosos, agressivos e dóceis, passivos e ativos, dependendo do momento e das características que predominam em cada um, independente do sexo. Insistir em manter conceitos de feminino e de masculino é prejudicial a ambos os sexos por limitar as pessoas, aprisionando-as a estereótipos.

Buscar conhecimento e, sobretudo, buscar “Se Conhecer”, é a única maneira que o ser humano consegue fugir “das trevas da ignorância”, que em seu passado muitas vezes se mostraram paradoxalmente como “redentoras e libertadoras” – buscar este conhecimento é necessário, para que ele se informe de seu passado, se conduza com firmeza em seu presente e busque com coerência o seu futuro!

Informar-se, evita que se repitam períodos na historia da humanidade, que neles repise a ignorância absurda, cruel e destruidora de homens e de mulheres. O ser humano só pode realmente se conhecer em sua plenitude humana e divina se informando, se esclarecendo, aprendendo e agindo em sintonia de harmonia consigo mesmo e com o Universo e não através de interesses desvirtuados.

Partes do Texto: Antônio Carlos Tanure - Sexualidade e Religião

Informe-se, conheça mais sobre Terapias Tântricas, elas podem modificar a sua vida!



Entre em contato para maiores informações.

Cursos Individuais e atendimento, será um prazer te receber!


(31) 9837.9277 - Vivo
(31) 9423.5722 - Tim
(31) 8816.6835 - Oi

Obs.: Não dou informações sobre sessões ou cursos através de Whatsaap.

Grata, 

Rosi Reis 
Terapeuta Corporal







Nenhum comentário:

Postar um comentário